quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hoje eu me basto


Não tenho mais idade para sofrer e me descabelar por homens. Eu com os meus poucos dezoito anos falando isso, soa mais como se eu fosse uma velha mal amada! Cheguei a um ponto que cansei de chorar em filmes romanticos à espera de um mocinho que largue tudo e todos por mim. Na tv tudo soa mais fácil e mais bonito. Na realidade esses romances não duram mais do que uma estação, e isso me enjoa. Pra falar a verdade odeio homens que largariam tudo por mim, odeio mocinhos, odeios principes e cavalheiros.
Hoje me descobri, descobri que não somos metade de uma laranja à procura da outra que nos complete. Nascemos por inteiro! Aprendi a arte do desapego, do "desamor". Tudo fica tão mais fácil assim, mais simples. Aprendi a me entregar por inteira e ao mesmo tempo saber que pessoas saem da nossa vida por detalhes tão pequenos. Aprendi principalmente a me amar em primeiro lugar. Sou única! E hoje isso me basta.

domingo, 5 de outubro de 2008


Temos que nos acostumar com tanta coisa que não queremos. As vezes não ligamos para certas coisas, apenas para não nos machucar, poupar-nos. Uma palavra grossa, um sentimento estranho, alguém que nos ignora, não ligar, não ligar, não ligar. Mas as vezes isso nos cansa, as vezes ficamos exaustos de sermos obrigados a nos acostumar a ficarmos sozinhos, a ouvir aquela musica sem ter a quem dedicar, a sermos felizes mesmo não estando. Eu sei que não posso acostumar a me sentir impar, mas é quase que impossivel.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Uma visita


Quanto tempo não sentia essa sensação. E eu que não queria senti-la nunca mais. Olha só, tão de repende, ela me fez uma visita surpresa. Sinceramente o que eu queria mesmo era bater com a porta na cara dela, nada de café com bolachas. Ela sempre me visita quando menos espero, traz consigo uma mala cheia de dores, lágrimas, e aquela sensação de perda, é aquela sensação de perda que tanto me doía. Mas dessa vez foi tão diferente. Senti-me insegura, mais do que o normal. Senti como se meu chão desaparecesse, e não tivesse nenhum lugar para eu me apoiar, nenhuma palavra pra me acalmar, eu estava ali tão longe e só. Então eu me vi flutuando, subindo para o céu, e você ficando cada vez mais longe na terra. Eu senti como se não fosse te ver novamente. Doeu, doeu mais do que nas visitas anteriores. Talvez seja o amor que mandou ela aqui, um ultimo grito, para que eu abra os olhos antes que o coração sofra realmente, antes que ele parta em pedaços. Talvez dessa vez ela viesse para o meu bem. Será que é por isso que doeu tanto assim? Agora ela já se foi, uma visita rápida, porém, marcante. Levou consigo sua mala com as lagrimas, as dores e a sua característica sensação. Mas desta vez ela deixou uma lembrançinha, como um souvenir. E é essa que será a lição que vou levar daqui pra frente.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

É bom bastante, mas um é melhor ainda


É bom beijar quem nós quisermos, dormir com quem queremos, é bom não ter ninguém pegando no pé, ligando 24 hrs, e não ter que dar satisfação com quem e onde vamos sair. É bom ser livre, ter uma pessoa diferente ao lado a cada dia. Mas e ai, quando você quiser ouvir um eu te amo sincero? Quando você quiser noites e noites com uma pessoa só, querer ouvir palavrinhas bonitas que te deixam com cara de bobo? Quando você quiser abraços infinitos e beijos longos que te deixam com borboletas na barriga? Quando você quiser uma pessoa que te ligue de madrugada somente para chorar pois estava se sentindo sozinha, porque você é a primeira pessoa que ela pensou e sempre está pensando? E quando você quiser se sentir amada? É bom estar sozinho, mas o melhor ainda é estar com aguém, se preocupar, se descabelar de ciúmes, se sentir par sempre! Por isso não descarte uma realidade, sinceridade, por qualquer par de peitos. Se o amor bater na sua porta, não fique com medo e bata a aporta na cara dele. Enfrete-o! Abrece-o! Deixe aquele amor entrar em você e mudar a sua vida. Como uma vez eu li "o tempo para ser feliz é tão curto que quando você percebe ele já passou", não espere esse tempo passar para ver como você podia ter sido feliz e não foi.

O amor é igual para todos


Amor. O amor é o mesmo sempre. As mesmas sensações, as mesmas palavras, os mesmo atos, o amor é tão previsível e ainda caimos nos seus truques baratos. Todos já sentiram um pouco do amor, mesmo que seja por um breve momento. Hitler, Bush, John Lennon, Madonna, Michael Jackson, Bill Gates, Princesa Diana e a sua mãe! O amor foi o mesmo pra todos eles e pra você também vai ser, é o mesmo em todas as gerações, ele causa os mesmos efeitos, as mesmas torturas, ele dói do mesmo jeito em todas as eras. Por mais que você tenha aprendido em relacionamentos, ele sempre vai nos pregar as mesmas peças, ele sempre vai machucar e sempre vamos acabar sofrendo e nos entregando do mesmo jeito. O amor é egocentrico, é egoista, ele quer tomar posse, quer virar dono, ele nos faz loucos. Se não tivermos um certo controle em cima dele, ele nos controla, ele nos faz agir sem pensar, tudo em prol do coração. O amor é aliado do ódio, eles caminham lado a lado, e as vezes se trombam de frente. O amor nos torna reféns e faz refens, ele nos tornam escravos de um mero sentimento. O amor quer se aventurar, quer nos fazer bater a cabeça no muro diversas vezes, ele quer nos ensinar, mesmo sendo impossível. O amor vai além das palavras, é um coquetel de emoções. O amor nos confunde completamente, ele nos faz achar que entendemos tudo, para então nos fazer ver que somos completamente alienados, por isso descarte todas as minhas palavras aqui, me desculpe mas isso não tem nada a ver com o amor, na verdade eu não entendo nada sobre ele.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

2008, ano novo...de novo


Final de ano, o próximo ano já está anunciando a sua chegada em comerciais, programas de TV, e isso me dá um bocado de medo. Confesso que tenho uma grande dificuldade de me desapegar de objetos, pessoas, lembranças, e mudar de ano consequentemente me faz fazer isso, é como virar a página, e eu não gosto de virar páginas. Aposto que você não se lembra da melhor coisa que te aconteceu em 99 por exemplo, mas naquele ano você ainda sabia qual era, hoje em dia dificilmente você se lembra de alguma coisa daquele ano, e é exatamente disso que tenho medo, me desapegar das lembranças. Quanto a isso chego a ser até meio paranóica, anoto tudo, tudo mesmo, é um ato de desespero para não perde-las, porque querendo ou não as unicas coisas que realmente nos pertence são as nossas lembranças, e ninguém pode roubá-las, ninguém além do tempo. Mas enfim 2008 chegando, as pessoas com desejos e sonhos tranbordando corpo a fora, chegada de ano é como um empurrãozinho pros sonhos que não passam de rascunhos, pras dietas que nunca começam, para coisas novas, ano novo é uma esperança a mais. Por isso, faça dessa pequena desculpa, para realizar tudo oque você deseja e acaba sempre deixando para depois, fale o que você realmente sente para as pessoas, corra atras dos seus sonhos, caia, levante, tente de novo. Que tal você fazer de 2008 um ano bem melhor que esse? Feliz ano novo!

sábado, 15 de dezembro de 2007

Bem feminista...mas as feministas que me desculpem


Toda mulher fala mal dos homens, e eu não vou ser diferente! Mesmo não vivendo sem, as vezes eu desejo viver sem eles, só desejo porque infelizmente nunca cumpro. Nós mulheres somos totalmente diferente dos homens (como cara/coroa e Vênus/Marte). Nós mulheres nos preocupamos muito mais, acho que temos a essencia de mãe dentro de nós, porque sempre queremos cuidar, como se eles fossem nossos filhos, e isso que estraga. Eles não são filhos são namorados! Nós damos a confiância que eles precisam para achar que são a ultima bolacha do pacote, o ultimo produto da liquidação, e não são! Eles tem que ter noção que até conhecermos eles vivemos numa boa, e podemos muito bem terminar nossas vidas sem eles, que a qualquer momento podemos ir embora e deixa-los sozinhos com as idiotices deles, e que se eles não cuidarem vem outro que cuida. Esse é um grande problema dos homens, eles não cuidam do que tem, não cuidam e não dão o valor necessário quando devem. Antes deles terem, nos fazem sentir princesas, dão toda a atenção que necessitamos e preenchem nossa vida de uma forma incrivel, então nós bobinhas caimos, ficamos apaixonadas, e então essa que é a hora deles darem valor, eles nao dão. Eles se acomodam em terem nós sempre do lado, terem a apaixonada boba para correr atras e dar atenção. Eles não entendem que namorar é conqusitar todos os dias, pois é quando mais se precisa cuidar da pessoa que ama, porque do mesmo jeito que ela se apaixonou ela pode muito bem perder o encanto e ir embora. Então tem uma hora que cansamos de sofrer, de plantar e não vermos os frutos, nós cansamos de chorar e vamos embora, catamos nosso coração magoado e partimos. Só então que eles darão valor a pessoa maravilhosa que estava do lado deles e que eles mesmo deixaram ir embora. Mas também a culpa não é só deles, nós mulheres também somos muito complicadas e dificil de lhe dar. Se falamos que está tudo bem, com certeza não está. Se pedimos para não se preocupar e não ligar, é porque queremos o maior carinho e atenção do mundo, e ficamos furiosas por eles não entenderem isso. Homens são mais simples, pra eles nao ligar, é não ligar e estar tudo bem é estar tudo bem. Mulheres precisam de atenção, talvez sejamos mais carentes do que eles, e eles as vezes não conseguem suprir essa nossa necessidade de atenção, eles precisam do espeço deles, e nós em um ato egoista, queremos ocupar todos os espaços. Os homens reclamam que nós mulheres, pegamos no pé, que nós grudamos e estamos sempre em cima...mas se nós não fizermos isso, eles não farão, e se ninguém fizer nada, o namoro não vai pra frente. Os homens não querem mudar e nós mulheres queremos muda-los, mas quase sempre somos nós que mudamos. E apesar de saber disso tudo, de como os homens são, ainda caimos nos mesmos clichês, nas mesmas palavras de prache. Ahhh mas no final acaba tudo sendo culpa nossa mesmo, desculpa homens...somos nós que estamos erradas.